Ser deficiente é todo dia vencer um obstáculo como a falta de acessibilidade
Ser deficiente é sorrir dos problemas........
Ser deficiente é ser notada mas disfarçar..........
Ser deficiente para os mais velhos ser considerada uma eterna criança..........
Ser deficiente é ter a consciência que o preconceito irá existir, mas o que queremos e o RESPEITO sempre.
Este blog tem o foco maior sobre pessoas com deficiências como esclarecer dúvidas,acessibilidades e outros assuntos, também terá um pouco do meu dia a dia.Posso afirmar que o blog não é meu mas sim de vocês, que poderão ajudar a cada dia .
terça-feira, 2 de setembro de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
1° POST ESCLARECIMENTOS SOBRE: BENEFÍCIO de PRESTAÇÃO CONTINUADA (BPC).
Para começar vamos esclarecer dúvidas e esclarecimento sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O BPC é um benefício da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social – SUAS e para acessá-lo não é necessário ter contribuído com a Previdência Social. É um benefício individual, não vitalício e intransferível, que assegura a transferência mensal de 1 (um) salário mínimo ao idoso, com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Em ambos os casos, devem comprovar não possuir meios de garantir o próprio sustento, nem tê-lo provido por sua família. A renda mensal familiar per capita deve ser inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo vigente.
O Benefício de Prestação continuada da Assistência Social - BPC foi instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, Lei nº 8.742, de 7/12/1993; pelas Leis nº 12.435, de 06/07/2011 e nº 12.470, de 31/08/2011, que alteram dispositivos da LOAS e pelos Decretos nº 6.214, de 26 de setembro de 2007 e nº 6.564, de 12 de setembro de 2008.
A gestão do BPC é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por intermédio da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), que é responsável pela implementação, coordenação, regulação, financiamento, monitoramento e avaliação do Benefício. A operacionalização é realizada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Os recursos para o custeio do BPC provêm da Seguridade Social, sendo administrado pelo MDS e repassado ao INSS, por meio do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS).
Para requerer o BPC
O cidadão poderá procurar o Centro de Referência de Assistência Social – CRAS ou a Secretaria Municipal de Assistência Social ou o órgão responsável pela Política de Assistência Social de seu município para receber as informações sobre o BPC e os apoios necessários para requerê-lo.
A Agência do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS é o órgão responsável pelo recebimento do requerimento e pelo reconhecimento do direito ao BPC.
Para requerer o BPC, o idoso ou a pessoa com deficiência deve agendar o atendimento na Agência da Previdência Social, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mais próxima de sua residência, preencher o formulário de solicitação, apresentar a declaração de renda dos membros da família, comprovar residência e apresentar documentos de identificação pessoal e da família.
O agendamento do atendimento pode ser feito por meio do telefone 135 da Central de Atendimento da Previdência Social (ligação gratuita) ou pela internet, através do site www.previdenciasocial.gov.br
No caso de pessoas com deficiência, será realizada uma avaliação da deficiência e do grau de impedimento, composta por avaliação médica e avaliação social, realizadas por médicos peritos e assistentes sociais do INSS. Esta avaliação será agendada pelo INSS.
Se for comprovada a impossibilidade de deslocamento do beneficiário até o local da realização da avaliação médica e da avaliação social, de incapacidade esta será realizada em seu domicílio ou no local em que o beneficiário esteja internado.
Esse foi o 1° post e espero que gostem durante a semana mais esclarecimentos com outros temas.
Fonte: http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/beneficiosassistenciais/bpc/como-requerer-o-bpc
NOVIDADES
Olá gente tudo bem?
Estava meio sumida por questão do TCC (finalmente TCC pronto mas isso e assunto para outro post), agora estou um pouco livre e volto para o blog com postagens com frequência. Estava pensando e vou começar a postar sobre dúvidas sobre os direitos da Pessoa com Deficiência, será um post mensalmente e quem quiser contribuir com esclarecimentos e dúvidas serão bem vindos.
Então fiquem ligados que novidades vão surgir no Blog D- Eficientes durante a semana.
domingo, 1 de junho de 2014
Após sofrer assédio moral por anos, deficiente sai de emprego e cria empresa de sucesso na internet.
Boa noite,Tudo bem?
Hoje a nossa postagem e uma indicação da Karol Silva,a reportagem da Marie Claire conta a história da Mirela Goi,deficiente,depois de sofrer assédio moral, e passar por todas as dificuldades que foi posta, ela não se deixou abalar.Então decidiu abrir uma loja on line de forminhas de bolo onde vende até fora do país.
Confira a entrevista abaixo:
Com lucro de até R$ 30 mil por mês, Mirela Goi vende forminhas de bolo para o Brasil e o exterior. Sua página no Facebook reúne mais de 25 mil fãs.
O empreendedorismo pela internet foi o caminho que uma empresária de Campinas (SP) seguiu para superar o assédio moral e o preconceito por ser deficiente. Mirela Goi, 39, abriu uma loja on-line de sucesso depois de ter sido discriminada no trabalho. "Tive o azar, ou sorte, de ter uma chefe que não me via como alguém capaz. Convivi com esta situação sem nunca desistir até ser demitida", afirmou à Marie Claire.
A empresária, que tem paralisia causada pela poliomielite, afirma ter sofrido dois anos o assédio de sua superiora, mas usou a dificuldade em benefício próprio. Em 2009, ela fundou a Ma Sweet Cases, uma empresa que vende forminhas de bolo. "Encarei a realidade e vi que para me sobressair precisava travar uma batalha. Quando surgiu a oportunidade de ter meu negócio, decidi gastar toda minha dedicação em algo próprio. Acreditei que dependeria muito mais de mim do que da aprovação de chefes. E tem dado certo", disse.
Atualmente com ganhos na faixa de R$ 30 mil por mês, a empresa vende para o Brasil e países como Estados Unidos, Portugal e Emirados Árabes. Os pedidos geralmente são para festas de casamento, aniversário, debutante, boda e batizado.
No ano passado, a empresa vendeu seus produtos para mais de 550 clientes, número superado já nos primeiros meses de 2014. A meta é dobrar as encomendas a cada 12 meses. O resultado positivo se deve às redes sociais. "Meu negócio só foi possível devido à internet. Estou sempre atenta às mudanças. Leio muito sobre novas plataformas, novas tendências", conta. A página da empresa no Facebook reúne mais de 25 mil fãs.
Mas alcançar o sucesso não foi nada fácil. Mirela foi diagnosticada com poliomielite na infância e, por conta da doença, também foi vítima de discriminação em outras fases. “Quando saí da minha primeira faculdade, me deparei com um mercado totalmente despreparado. Eu trabalhava sem esperanças, pois a deficiência acabava sendo um problema dentro das empresas, tanto por falta de adaptação, como pelo preconceito", disse.
SUPERAÇÃO
Anos depois, Mirela enfrentou novamente uma instituição de ensino para estar mais preparada como empresária. O curso de relações públicas foi feito nas horas livres em que cuidava do negócio.
Foi nessa época em que a empreendedora aprendeu a conciliar a Ma Sweet Cases com suas tarefas como mãe da menina Maysa, 4, e também como esposa. "Às vezes, aproveito horas mais calmas para fazer algo pessoal ou para a família. Isso ajuda a quebrar a pressão e dá energia para fazer novos trabalhos."
Agora que conquistou sua independência financeira, Mirela aconselha pessoas que passam por problemas semelhantes aos quais enfrentou. Para ela, deve-se buscar um trabalho que traga satisfação pessoal. "As mulheres com alguma deficiência podem realizar muitas coisas. É necessário encontrar suas qualidades e se empenhar. Todos temos algo que pode ser importante para outras pessoas. Se fizerem esse algo se sobressair, nada será empecilho", conclui.
FONTE: http://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2014/06/apos-sofrer-assedio-moral-por-anos-deficiente-sai-de-emprego-e-cria-empresa-de-sucesso-na-internet.htmlhttp://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2014/06/apos-sofrer-assedio-moral-por-anos-deficiente-sai-de-emprego-e-cria-empresa-de-sucesso-na-internet.html
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Até quando?
Boa noite estão bem ?
Hoje vou repostar um artigo do blog inclusão, infelizmente a reportagem quando vocês lerem podem achar um absurdo como eu acho ,pode pensar que isso não deveria acontecer,mas isso acontece diariamente em todos os locais do Brasil.
Na verdade muita coisa precisa ser vista sobre a Lei da Acessibilidade e política públicas para os deficientes,necessita no meu ponto de vista de fiscalização mais árdua e punições para quem descumpre as leis e assim dar mais dignidade para os deficiente.
É que o caso da Joana D’arc não fique impune e a justiça seja feita.
Na verdade muita coisa precisa ser vista sobre a Lei da Acessibilidade e política públicas para os deficientes,necessita no meu ponto de vista de fiscalização mais árdua e punições para quem descumpre as leis e assim dar mais dignidade para os deficiente.
É que o caso da Joana D’arc não fique impune e a justiça seja feita.
BLOG
Por Eder Brito
O Governo Federal tem uma Secretaria Nacional só para pensar políticas e ações específicas da área. Várias Prefeituras estão criando secretarias, diretorias e departamentos voltados apenas ao assunto, com orçamentos próprios, só para atender a estas demandas. E mesmo assim ainda tem político que não consegue lidar com um assunto que já se tornou simples de assimilar: a convivência e o atendimento às necessidades de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Talvez o Prefeito Luiz Juvêncio (PMDB-GO) seja um grande símbolo do gestor público brasileiro que ainda está atrasado neste sentido. Logo no começo de seu mandato no município de Guapó, no ano passado, o Prefeito teve um embate com uma servidora pública que possui deficiência de locomoção. Cadeirante, Joana D’arc de Jesus, servidora há mais de 20 anos em escolas da rede municipal, foi transferida para uma unidade onde não existia banheiro para pessoas com deficiência. Joana viu-se obrigada a urinar e defecar no meio do expediente, sem um espaço íntimo e reservado para tal. Humilhante, no mínimo.
Aos prantos, em entrevista a uma emissora de rádio de Guapó, Joana explicou a tentativa de falar com o Prefeito e com os gestores da área em busca da construção de um banheiro acessível. Recebeu a resposta direta do chefe do Executivo. Luiz Juvêncio confirmou que não construiria o banheiro para a servidora e ainda reclamou do fato da servidora “fazer as necessidades no meio dos alunos”. Recomendou a aposentadoria da funcionária e aproveitou a oportunidade para acusá-la de outras coisas. “Esta senhora recebe sem trabalhar há muitos anos e é favorecida porque é irmã de um vereador”, explicou, em entrevista à 730AM, mesma rádio de Guapó que entrevistou Joana D’arc.
Talvez a falta de sensibilidade e a incompreensível postura de Juvêncio tenham outras explicações, com raízes na gestão orçamentária do município. O negócio anda tão complicado em Guapó que em janeiro de 2014, até a luz da Prefeitura foi cortada. Será que é mais fácil dizer não para a construção de um novo banheiro acessível quando não sobram verbas nem para manutenção básica do patrimônio público? Ou é falta de talento e sensibilidade humana e política para lidar com os dois assuntos?
Por uma diferença de apenas 558 eleitores, Juvêncio teria perdido a eleição em 2012. Seu oponente teve 4200 votos, perante os 4758 que escolheram o candidato do PMDB como Prefeito. O não-eleito, filiado ao PP, chama-se Divino Eterno. Teria conseguido lidar com tudo isso de uma maneira melhor? Porque em alguns municípios brasileiros… só Deus mesmo.
FONTE: http://usinadainclusao.com.br/blog/?p=2240
FONTE: http://usinadainclusao.com.br/blog/?p=2240
sexta-feira, 4 de abril de 2014
FrustraçãoxIndignação
Cadeirante não consegue entrar em banheiro de hospital e urina na rua
Cadeirante não consegue entrar em banheiro de hospital e urina na rua
Devido à falta de acessibilidade, um cadeirante aposentado passou por uma situação constrangedora em Goiânia. Edmar Silva foi até o Hospital Maria Auxiliadora para fazer um ultrassom da bexiga e, por isso, teve de tomar quase um litro de água. Porém, quando precisou ir ao banheiro, não conseguiu passar pela porta e foi informado que a unidade não tinha nenhum cômodo adaptado para pessoas com deficiência. Diante da dificuldade, ele conta que teve de urinar na rua.
A matéria completa você encontra no link abaixo http://g1.globo.com/goias/noticia/2014/03/cadeirante-nao-consegue-entrar-em-banheiro-de-hospital-e-urina-na-rua.html.
Quando li essa reportagem acima no G1 me senti frustada, estamos em pleno século 21 fala se tanto em acessibilidade e em inclusão social,mas a realidade vivemos um país onde a "diferença"ainda incomoda, leis existem mas não são fiscalizadas,onde o preconceito reina nos pensamentos das pessoas.
Para muitas pessoas pode estar pensando a Taine pode estar exagerando mas o que posso afirmar que não, para quem é deficiente físico sair com cadeira de rodas ou muletas pelas ruas se torna uma aventura, dificuldade de locomoção como sair de casa ir a um passeio ou num hospital como o Edmar entrevistado no G1 que passou o maior constrangimento (obs; ele estava em um hospital fazendo exames,o minimo na minha opinião o hospital poderia ter acessibilidade) teve que urinar na rua.O direito a acessibilidade e uma garantia está na Constituição Federal de acordo com a LEI No 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000.Um dos artigos cita : Art. 2o Para os fins desta Lei são estabelecidas as seguintes definições:
I – acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; I – barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas, classificadas em:
a) barreiras arquitetônicas urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público;
b) barreiras arquitetônicas na edificação: as existentes no interior dos edifícios públicos e privados;
a) barreiras arquitetônicas urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público;
b) barreiras arquitetônicas na edificação: as existentes no interior dos edifícios públicos e privados;
Um ditado que sempre falo : "NO PAPEL TUDO É MARAVILHOSO". Mas ao encarar a realidade tudo é difícil sempre tem dificuldades no caminho que percorremos .
Ate quando vamos fingir que vivemos em um mundo perfeito? onde se gasta 40 milhões em construção de estádio de futebol I( não tenho nada contra futebol,copa do mundo mas no meu ponto de vista o governo dá mais importância em uma copa do mundo, mas a SAÚDE no Brasil está uma vergonha,onde a EDUCAÇÃO a cada dia que passa está deixada de lado e os Professores não estão sendo valorizados como merecem.
Espero que em breve acessibilidade esteja em alcance para todos, e matérias como essa onde um cidadão precisou urinar na rua não precisa mais acontecer.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
São Paulo terá primeira delegacia da Pessoa com Deficiência
Unidade contará com equipe multidisciplinar e prestará apoio prático às outras delegacias
A cidade de São Paulo vai ganhar a primeira Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência do Brasil. O governador Geraldo Alckmin assinou nesta sexta-feira, 3, um decreto para a criação da unidade, que será instalada no Departamento de Polícia Judiciária da Capital, o DECAP.
Entre as atribuições da Delegacia estão os serviços de prevenção e repressão de crimes contra a pessoa com deficiência, recebimento, concentração e difusão de dados e denúncias de crimes e atos de violência contra a pessoa com deficiência.
"Hoje nós estamos dando um passo muito importante criando a primeira Delegacia dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Brasil. Nós temos 45 milhões de pessoas com deficiência no País, 9 milhões só no Estado de São Paulo. Com certeza essa boa iniciativa vai prosperar por todo País," afirmou o governador.
A delegacia vai contar com um Centro de Serviços de Apoio, composto por uma equipe multidisciplinar, que identifica o tipo atendimento a ser prestado. Entre os profissionais que farão parte do grupo estão assistentes sociais, psicólogos e intérprete de Libras, que também reunirão informações sobre práticas de violência contra as pessoas com deficiência. A equipe será coordenada por um sociólogo.
A unidade vai prestar apoio prático às outras delegacias da cidade, além de oferecer orientação e consultoria às demais delegacias do Estado. O decreto prevê, ainda, a futura instalação de delegacias especializadas em outras regiões do Estado. Sua implantação será realizada pelas Secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Segurança Pública.
Na minha opinião uma grande vitória para o país,espero que outros estados siga o exemplo é assim iniciamos uma nova história.
FONTE:Do Portal do Governo do Estado
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