Powered By Blogger

domingo, 7 de abril de 2013

E Se.........

Boa noite como estão ? hoje a postagem e  um texto que vi no facebook  achei interessante e faz pensar um pouco sobre o relacionamento por incrível que pareça faz pensar em várias questões . olha ai :
Várias pessoas se perguntam: "E se eu me apaixonar por um (a) cadeirante? O que faço?"
Simples...faça o que você faria com uma pessoa que anda. Seja gentil, honesto, carinhoso...procure afinidades que vocês possam ter...conversem...e muito!!! Gente...é absolutamente a mesma coisa!!!!
Mas...infelizmente, muitas pessoas se aproximam por uma simples "curiosidade mórbida"...isto mesmo!! Alguns se aproximam de uma pessoa cadeirante, para descobrir se as coisas são "iguais" !!!
Só que estas pessoas, não param para pensar que todos têm sentimentos e que muitas vezes esta atitude, machuca a outra pessoa e faz sofrer.
Há aqueles que ficam com medo de o cadeirante achar que não gosta dele de verdade, que é por pena, a pessoa não pode estar gostando de verdade do cara ou da menina.
Mas também tem os próprios cadeirantes que não acreditam que possam namorar com alguém que anda... Esta é a pior forma de pensar, O auto-preconceito. Já soube de uma história de um paraplégico, que agiu assim. Uma moça muito linda (tipo modelo rs..) estava apaixonada por ele, e tentava se aproximar. Ele pensou que era com pena dele, que ela só queria se aproximar para ajudá-lo. No fim das contas, ela teve que declarar abertamente o seu amor por ele, pensa no susto do rapaz! Hoje, depois de ele entender que existem pessoas com o coração assim, sem nenhum preconceito quanto amor, eles casaram e são muito felizes.
Tem que ter coragem para dizer que o fato de estar na cadeira é só um detalhe, assim como há outras tantas imperfeições em outras pessoas.É um detalhe em relação a um sentimento.
Se a pessoa gosta de verdade da outra, não haverá barreira que impeça de ficarem juntos; nem desaprovação de amigos e família, nem dificuldade de acesso a lugar nenhum. Pois nada vence o verdadeiro amor. Mostrar que o interesse é real através de dedicação, se informar bem sobre o assunto, saber como pode ser um parceiro nos desafios típicos de um cadeirante. Isso ajuda. Só mais uma coisinha, rs.. ao casar com um cadeirante, seja homem ou mulher, você não vai se tornar enfermeiro (a); você é a esposa e o marido que precisará ajudar em alguns procedimentos, só isso - nada sacrificado! E tudo é feito com tanto amor que o que é simples, torna-se mais simples ainda.
Vença o preconceito, e seja feliz!

Fonte : http://www.facebook.com/photo.php?fbid=558976447468528&set=a.551368591562647.1073741826.551360258230147&type=1&theater

terça-feira, 2 de abril de 2013

Será a volta da exclusão?

Quando pensamos que enfrentamos todas  as dificuldades existentes  no dia a dia não acreditamos que os senadores  teve a ideia de fazer uma lei que simplesmente que irá reduzir de 5% para 0,5%. Já nas empresas a redução seria de 3%. 
 O que me deixa  revoltada e saber que essas pessoas foram votadas para representar o povo mas sinceramente não me sinto representada e  me sinto triste que nós deficientes lutamos a cada dia pela busca de igualdade,acessibilidade e direito de trabalho, enquanto que  pensamos que estamos dando um passo a frente aparece essa noticia como banho de água fria . Espero ansiosamente que isso não aconteça e se isso acontecer não quero imaginar como será o futuro . Assine a petição  abaixo
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=PL112
  
Segue o link da noticia :

Projeto de Lei 112/2006 de autoria do Senador José Sarney, com relatoria do Senador Romero Jucá (PMDB), que poderá desempregar milhares de pessoas com deficiência já contratadas pela Lei de Cotas e reduzirá drasticamente o potencial das vagas reservadas, caso seja aprovado vai reduzir as cotas para deficientes.
Entre as alterações está a redução do limite da cota para 3%. Na região de Osasco, isso significaria o desemprego de cerca de 300 pessoas com deficiências hoje incluídas pelas cotas nas metalúrgicas de 12 municípios. Justo num setor onde a inclusão chega a 82,4%.
O Senador José Sarney, com o Projeto de Lei nº 112/2006, reduz o número de contratações de pessoas com deficiência nas empresas, dos atuais 5% para 3%, e confina milhares de pessoas com deficiência nas oficinas de trabalhos manuais e artesanato; ainda terceiriza a mão-de-obra de pessoas com deficiência como forma de cumprir a Lei de Cotas 8.213/91, existente há mais de 20 anos.
O Senador Benedito de Lira, com o Projeto de Lei nº 234/2012, propõe desviar para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) a verba destinada para a contratação de pessoas com deficiência pelas empresas.
O relator, Senador Romero Jucá, propõe a redução do número de contratações de 5% para 0,5%.
Estes projetos contrapõem às leis atuais que já beneficiam 45 milhões de pessoas com deficiência, remetendo –as novamente à exclusão social e profissional! (Fonte Deficiente Online)
Não permita o retrocesso e o desamparo legalizado para uma população que sempre foi excluída!
Se esses Projetos forem aprovados e virarem leis, NUNCA MAIS as pessoas com deficiência terão direito ao trabalho e ao convívio com a sociedade. E aqueles que hoje já trabalham serão demitidos.
Veja como participar do abaixo-assinado: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PL112 .
FONTE :